Se deixarmos de lado motivos profissionais ou de caráter objetivo, fica como resposta que pretendemos, por meio da fotografia, fixar uma imagem de nossa própria vida, que tão depressa foge e não se deixa reter nem por uma pontinha. A nossa memória falha em prazo mais longo ou curto se não lhe dermo um apoio. É assim que estimamos tudo que nos faz lembrar as estações percorridas da nossa existência: cartas, notas diárias, mimos que nos foram ofertados e, acima de tudo, o álbum fotográfico. Se, de vez em quando, abrirmos uma gaveta em que guardamos tais reminiscência do passado, esquecemos de fechá-la novamente.
quinta-feira, 6 de novembro de 2008
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